Faltam detalhes do ambiente de teletrabalho que ainda não são os ideais. Falta o Oracle Express local possuir todas as tabelas que se precisaria para trabalhar.
A solução alternativa, perfeitamente aceitável, é acessar a Clash, minha máquina lá no trabalho, e é assim que será. Porém o desempenho da Clash é terrível para o JDeveloper. Não é uma máquina totalmente ultrapassada, mas fica muito lento, não sei como as pessoas mundo afora fazem para trabalhar.
Sei como os colegas se viram: com enorme paciência, toda a sorte de truques para ganhar tempo e muito aprendizado focado. Como a máquina é lenta, fica barrado o caminho da experimentação. Quem programa tem de saber o que quer fazer e é bom não inventar.
Estou preocupado com o cronograma e fazendo o que sempre faço: protelando as tarefas principais. Mas já não preciso mais lidar com o SIAPES, ao menos isso. É só a tela 15 do MCI.
O problema da lentidão vai se resolver somente em parte com máquinas novas. A minha QuadCore não é o foguete que prometia ser, eis que estamos nos umbrais de uma nova era, para o qual o software não está preparado. Os programas que usamos não tiram todo o proveito que podem do processamento paralelo, os que fazemos ainda nem incorporaram esse conceito.
Hoje assisti um seminário sobre o assunto. As idéias dos acadêmicos são de abandonar os conceitos de programação concorrente tradicional - semáforos, seções críticas e monitores - por serem complexas e propensas a erros e partir para incorporar conceitos de programação funcional ou de troca de mensagens nas linguagens procedurais. A própria memória do computador terá de funcionar transacionalmente. Pelo andar da carruagem, muuuita água vai rolar antes de podermos dizer que não jogamos dinheiro fora comprando um computador multi-core.
Se a Oracle continuar jogando complexidade no Jdeveloper e no OC4J, vamos ter de mudar o rumo do desenvolvimento, começar a pensar em coisas mais leves e básicas. Substituir a grife do ferramental pelo aumento da qualidade do pessoal que o usa.
7 parágrafos ? Acho que já posso voltar à tela 15.
terça-feira, 18 de março de 2008
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