Pode ser muito útil em determinadas situações, como ter de compilar código, ou salvar fontes ou enviar documentos, sem estar necessariamente em casa.
A rede deu duas paradas. Não se pode elogiar. Pode ter sido aqui, o efeito "faxineira", que está abrindo a casa, arejando a sala ao lado, ou pode ter sido na sede.
O guri voltou acabrunhado do passeio, porque as professoras exigiram comportamento, porque não foram almoçar no Burger King e machucou a mão na poltrona do ônibus. Não queria ir no colégio. Não queria ir na aula. Demos um senhor "desdobre" nele, argumentamos que era véspera de provas, disse-lhe que "quem larga o treino treina largar".
Deixamos ele no colégio e se alegrou logo ao encontrar o primeiro colega. Quando se deixou trocar de roupa, era o indício de que cederia. Mas depois disso ainda precisamos de 15 minutos de papo.
Depois fui correr. A manhã estava enevoada, e nos postes os fios crepitavam com a umidade nos isoladores. Lembrei das freqüentes panes elétricas desse belo bairro de classe média onde a CEEE só faz manutenção emergencial. São dezenas os locais com rede velha, misturada a galhos de eucaliptos, com "barrigas" que causam curtos nas ventanias, além das redes de telefonia e TVs a cabo nos mesmos postes. E o inverno vêm aí.
Terminando a corrida, passei na lojinha perto de casa, que na hora estava abrindo, e me oferece nobreak NHS, para o qual existe oficina em Pelotas. Mas o SMS tem mais potência, oferece softwares de controle e acesso, só que vai demorar 60 dias "porque tem demanda". A lojinha lá do centro prometeu para amanhã. Eu também sou "demanda". E ainda custa R$ 40,00 mais caro. Se conseguir o SMS lá do centro, aproveito para colocar o cooler de cobre na Clubber.
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